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terça-feira, 28 de maio de 2019

Relator especial da ONU explica como multinacionais alimentam a ultradireita



As 500 empresas multinacionais privadas têm 52% do PIB do mundo, que monopolizam um poder econômico-financeiro, ideológico e político que jamais um imperador ou papa teve na história da humanidade

Jean Ziegler, entrevistado por Jamil Chade, no SWI Brasil | Foto: KEYSTONE/Laurent Gillieron
Do Outras Palavras


Relator especial da ONU explica como as “sociedades multinacionais privadas” tornaram-se as verdadeiras donas do mundo, e impedem qualquer Estado, cidadão ou política social de conter fome, pobreza e as crises humanitárias
Jean Ziegler é uma ave rara na cena política suíça, encarnando há quase meio século a figura do intelectual público de projeção global. Seu ativismo político e atuação internacional, como relator especial da ONU, rendeu-lhe uma extensa gama de inimigos, não só entre os bancos, empresários e lideranças conservadoras, mas até mesmo no campo mais progressista. Mas Ziegler continua um observador ativo, e nota que os cidadãos das grandes democracias vivem um “desespero silencioso e secreto”.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Folha descobre no WhatsApp que Bolsonaro faz campanha ilegal [caixa 2 e difamação eleitoral]

Este post tem outra função: a de fazer você entender esse ódio que você sente contra o PT: isso foi construido por quem mesmo.......não se deixe levar por este ódio: não vote contra você mesmo....



Já é consenso que  2018 será marcado como a primeira eleição brasileira com predomínio dos recursos digitais.
O  domínio desses recursos trouxe uma enorme vantagem a Jair Bolsonaro (PSL), utilizando especialmente as mensagens por WhatsApp – a principal fonte de Fake News.

sábado, 13 de outubro de 2018

Bolsonaro não é novo e muito menos anti-sistema..,..muito pelo contrário!

O Facebook,  interessado no aprofundamento do regime golpista neoliberal que continue a entrega de nosso pais aos gringos e, como parte dessa guerra híbrida 2.0 contra o Brasil, está censurando meus posts....

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

As "forças ocultas" e o golpe militar de 64

Por: Paulo Alexandre Filho
Texto originalmente publicado no site Duplipensar em 2004 por ocasião do 40º aniversário do Golpe Militar
AGITAÇÃO POLÍTICA E ILUSÃO PROGRESSISTA

O presidente João Goulart e Leonel Brizola, então governador do Rio Grande do Sul
O presidente João Goulart e Leonel Brizola, então governador do Rio Grande do Sul

Forças ocultas sussurraram nos ouvidos presidenciais do imprevisível Jânio Quadros que a sua renúncia, uma apelação golpista, acabaria fortalecendo suas posições no poder. Nem o povo nem o Congresso se iludiram quanto as suas intenções misteriosas e Jânio acabou entrando para a História como o pivô de uma das mais graves crises políticas que o Brasil já viveu. Da renúncia, em 25 de agosto de 1961, ao Golpe de 1º de abril de 1964, se instalou um clima politicamente convulso no país com a colisão entre os posicionamentos progressistas e a as forças conservadoras de sempre, sendo a “revolução” verde-oliva o resultado imediato mais grotesco e anti-democrático destes conflitos.
O então Vice-Presidente João Goulart deveria legalmente assumir as chefias de Governo e Estado como legítimo Presidente da República, mas seu governo já teve um início incomum, pois, na tentativa de limitar as prerrogativas

terça-feira, 9 de outubro de 2018

Mais Haddad, Lula sempre

New York Times: A democracia do Brasil pode ser salva?, por Robert Muggah



Jornal GGN - Em artigo no The New York Times, Robert Muggah, co-fundador de um think tank no Rio de Janeiro, aborada a ascensão de um perigoso populista de direita que ataca a divisão e a desunião, e que parece estar indo para a presidência. 
Muggah lembra que somos a quarta maior democracia do mundo e estamos às voltas com este problema. O ex-capitão obteve mais de 46% dos votos durante a primeira rodada das eleições presidenciais. O autor aponta para o fato do capitão enfrentar o segundo colocado, Fernando Haddad, do PT, em um segundo turno no dia 28 de outubro. Haddad conseguir apenas 27% dos votos e, mesmo que todos os outros candidatos esquerdistas e centristas o endossem, ele lutará para parar a ascensão de Bolsonaro.

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Xadrez da estratégia possível de Haddad, se eleito, por Luis Nassif


Vou refazer o Xadrez de ontem de uma forma mais didática.

Peça 1 – o grande acordo nacional


O maior desafio do novo presidente será colocar as instituições de volta na caixinha – os limites definidos pela Constituição –, desarmar os espíritos e recuperar a economia.
É um desafio político gigante, à altura da grande concertação espanhola de Felipe Gonzales em 1982.
Assim como na Espanha pós-Franco, o Brasil atual vive uma pós-ditadura disfarçada, com a derrocada das instituições, a disseminação do estado de exceção, e o fascismo se mostrando em todos os cantos.
De certo modo, Haddad deverá repetir a trajetória de Felipe Gonzales, na Espanha, mas com metade do caminho aplainado por Lula. Ou seja, a montagem de um partido nacional e a unificação do polo progressista – que será completado com a possível aliança com Ciro Gomes.
O desafio, pós-eleitoral, consistirá em alargar o arco, convidar todos os setores comprometidos com a democracia, desarmar os espíritos e começar o trabalho de reconstrução institucional.
Sob Dias Toffoli, livre da irresponsabilidade de Carmen Lúcia, e com Barroso se desmoralizando dia a dia, é possível que o STF, finalmente, dê sua contribuição para coibir abusos das corporações de Estado que estão se lambuzando com arbitrariedades e demonstrações de força.