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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

#EleNao

https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10214725622793121&set=a.3522437898573&type=3&theater tradução de Márcia Denser, escritora

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José Carlos Lima disse: gente #elenao : não à #necropolitcs e pensar que as mulheres que o apoiam, sem saber, estão torcendo pela próprio assassinato por maridos feminicidas que passarão a andar armados...curizzziiis...é muita falta de visão da mulheres e gays que votarão no coiso......muita burrice mesmo.....aliás, precisamos de pessoas com visão e não de crenças ou crentes e, veja só: não estou aqui a depreciar crentes, estou a dizer de crenças em qualquer coisa: por exemplo, no celular do qual não desgrudamos, o nosso neo-paraiso, o nosso novo Eden do qual precisamos ser expulsos: de novo né........o mundo nao precisa de crentes e sim de: visionários.....

quarta-feira, 23 de maio de 2018

CGU patrocina caça às empresas brasileiras no exterior, por André Araújo

Exportando inquéritos, por André Araújo
Enlouqueceram? Perderam a noção de Pais? Serão brasileiros ou marcianos?

Investigadores brasileiros pretendem AJUDAR 24 países a investigar empreiteiras brasileiras que atuaram nesses países, o que é naturalmente o passo inicial para processar e punir empreiteiras e cidadãos brasileiros nesses países.

O Ministério da Transparência e Controladoria Geral da União está “montando uma rede” para investigar corrupção de empresas brasileiras no exterior, disfarçado de “combate ao suborno” mas evidentemente que os EUA não vão permitir a CGU investigar empresas americanas, nem a Colômbia vai permitir a CGU investigar empresas colombianas, então o alvo são nossas empresas no exterior. Vamos ajudar outros países a punir brasileiros, é inacreditável.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

Brasil de Temer: Produção industrial cai e dólar dispara

A cada dia, a divulgação de novos indicadores ajuda a desmentir o discurso do governo Michel Temer, que faz alarde celebrando o que considera um bom resultado da economia. Nesta quarta (09), foi a vez de o IBGE mostrar que a produção industrial caiu 0,1% em março, com recuo em oito das 15 regiões pesquisadas. No mesmo dia, o dólar disparou e chegou a R$ 3,60 pela primeira vez em dois anos.
  
De acordo com o instituto de pesquisa, as quedas mais acentuadas na indústria foram registradas na Bahia (-4,5%), no Rio de Janeiro (-3,7%) e na região Nordeste (3,6%). Também tiveram resultado negativo Santa Catarina (-1,2%), Rio Grande do Sul (-0,9%), Paraná (-0,9%), Minas Gerais (-0,5%) e Ceará (-0,2%). Entre as áreas com crescimento no mês, estão Pará (9%), Mato Grosso (4,7%), Espírito Santo (2,8%), Amazonas (2,6%) e São Paulo (2%).

domingo, 6 de maio de 2018

Em Londres, Dilma se arrepende da lei de delações e critica Levy

Foto: Fernando Donasci
Jornal GGN - No encerramento do evento Brazil Forum UK, na London School, a presidente deposta Dilma Rousseff demonstrou arrependimento pela maneira como foi sancionada a lei que permitiu o uso das delações premiadas, em 2013.
Segundo relatos do Estadão, Dilma disse, no sábado (5), que a falta de "tipificação exaustiva" na lei permitiu que ela fosse utilizada como uma "arma".
“Infelizmente - vou começar assim - infelizmente eu assinei a lei que criou a delação premiada, mas foi assinada genericamente, sem tipificação exaustiva e poderia virar arma”, afirmou. 
Ela ressaltou que as delações começaram o "processo de maior investigação do Brasil”, mas foram utilizadas com o objetivo de derrubar o governo do PT à revelia de provas. “Utilizaram o que construímos contra nós”.
Dilma ainda lançou críticas à gestão de Joaquim Levy, que ocupou a Fazenda ao longo de 2015. Segundo a petista, ele não estava à altura do cargo naquele momento. 


segunda-feira, 30 de abril de 2018

O "Santo" é abençoado com uma Justiça especial


Jeferson Miola    
Livraram Alckmin da lava Jato, é verdade. Mas não foi só isso; foi uma mamata muito maior: livraram Alckmin da justiça criminal!
A propina de R$ 10,7 milhões que Alckmin recebeu da Odebrecht foi rebatizada pela procuradoria da república como “caixa 2”, convertida em contribuição eleitoral – deixou, portanto, de ser considerada corrupção – e, em vista disso, foi remetida à justiça eleitoral.
Concederam a Alckmin o beneplácito da impunidade eterna. É claro que uma justiça dessas não cai do céu; só humanos são capazes de concebê-la.
Cada milagre realizado tem seu santo. Aliás, foram vários os santos que materializaram vários milagres para o “santo” Alckmin – apelido do presidente do PSDB na lista de propineiros da Odebrecht.
O santo do milagre da transferência do caso do Alckmin da Lava Jato para a procuradoria regional eleitoral de SP foi o número 2 da procuradora Raquel Dodge, o subprocurador-geral Luciano Mariz Maia.
Luciano é primo de Agripino Maia, o senador do DEM encrencado em propinias da Odebrecht por corrupção na construção de estádio no Rio Grande do Norte para a Copa de 2014.
Em SP, o processo do Alckmin estará em casa, em porto seguro. O caso foi despachado para a 1ª zona eleitoral da cidade de São Paulo – o longínquo primeiro degrau da justiça eleitoral – e percorrerá o longo e tortuoso caminho que leva à conhecida impunidade tucana.
Na 1ª zona eleitoral, o caso do presidente do PSDB ficará aos auspiciosos cuidados do promotor Luiz Henrique Dal Poz, que entre 2012 e 2016 foi chefe de gabinete do secretário de justiça do governo do próprio Alckmin.
É isso mesmo: Alckmin escapou da Lava Jato e da justiça criminal e foi parar na 1ª zona eleitoral de SP, onde será julgado por um ex-agente político do seu governo.
Alckmin, como todo bom tucano, é abençoado com uma justiça especial.

sábado, 15 de outubro de 2016

Como Hillary Clinton cooptou Marcelo Tass, por Luis Nassif

Para quem trata como “teoria conspiratória” as denúncias sobre estratégias norte-americanas de utilização das redes sociais, aí vai o telegram de Hillary Clinton (http://migre.me/veOfu), divulgado pelo Wikileaks.
Os telegramas deixam uma pista relevante sobre a forma de atuação do Departamento de Estado.
O e-mail menciona um café entre Hillary e Marcelo Tass, na época bastante atuante nas redes sociais. Algumas anos antes, Tass havia sido alvo de um ataque gratuito da Veja, por suspeitas de suas inclinações políticas. Rapidamente mudou de posição e, nas redes sociais, em vez do comunicador light e bem-humorado, tornou-se um ativista agressivo, endossando posições à direita.